| Salvador |
Tem dia que a saudade chega com a força do mar revolto quando bate nas rochas cravadas de mariscos. Arranha em talhos profundos, arranca sangue, deixa a pele cravejada de espinhos.
Outros dias, a saudade é leve como a memória da bela senhora que já perdeu todos os seus amores e vive de olhar as lembranças através da janela, carregando um sorriso no canto da boca.
Tem dia que a saudade avança com a velocidade de um salto livre do alto de despenhadeiro rumo ao vazio, em noite de lua cheia e mar manso. O som do fim da queda se espalha além das estrelas.
Outros dias, a saudade é música que embala os pássaros, levada pelo vento cor de rosa, alegre como na tarde em que desenhei seu nome ao lado do meu, com um coração flechado entre nós, como promessa de amor eterno.
E foi. Se foi. Se fosse...
Outros dias, a saudade é leve como a memória da bela senhora que já perdeu todos os seus amores e vive de olhar as lembranças através da janela, carregando um sorriso no canto da boca.
Tem dia que a saudade avança com a velocidade de um salto livre do alto de despenhadeiro rumo ao vazio, em noite de lua cheia e mar manso. O som do fim da queda se espalha além das estrelas.
Outros dias, a saudade é música que embala os pássaros, levada pelo vento cor de rosa, alegre como na tarde em que desenhei seu nome ao lado do meu, com um coração flechado entre nós, como promessa de amor eterno.
E foi. Se foi. Se fosse...
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